Sinto,
e como sinto,
se não te sinto
comigo aqui.
Sonho,
contigo sonho,
partífice errôneo,
ou não.
Penso
em ti penso,
por ti penso,
penso que existo.
Lembro,
de ti me lembro,
em ti me lembro,
lembro-me de mim.
Gosto,
de ti gosto,
sem não gosto,
de nada de mim.
Seja,
assim seja,
que o fim seja,
seja assim.
Persigo,
a ti eu sigo,
mas não te alcanço,
eterno pranto.
Canso,
de me curar,
dessas surras,
dadas pelo mundo.
Mudo,
só penso,
Se penso em mudar,
esse absurdo.
Canto,
se meu coração não conter,
minha voz vai cantar,
o quanto meu coração chorar.
Crio,
se cheiro o perfume,
se o peito reúne,
forças pra falar.
Creio,
No que olhar,
no que enganar,
o que há para enganar?
Um acervo de poesias, poemas, músicas, sonetos... meus e de outras pessoas... Pelo simples prazer de propagar a beleza da poesia e da arte.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Inversão II (Sobrevida)
Sobretudo
Sobre-essência
Surdo-mudo
Sem Carência
Desse mundo
Sobre-humano
Desumano
Inumano com certeza
Sem beleza
Aparente
Dependente
Decadente
Inebriante condizente
‘Abeleza’
A beleza inexiste
Tangida
Tingida
Atingida
Intolerada
Sobrepujada
Intolerada
Atingida
Tingida
Tangida
A beleza inexiste
‘Abeleza’
Inebriante condizente
Decadente
Dependente
Aparente
Sem beleza
Inumano com certeza
Desumano
Sobre-humano
Desse mundo
Sem Carência
Surdo-mudo
Sobre-essência
Sobretudo:
Sobrevida
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Nuvem Escura ♪
Não olhe pra trás
Vai se arrepender
Talvez seja demais
Pra você compreender
Não sinta (tanto) medo
de coisas bobas
Não faça alguém (que ama)
Chorar à toa
E esse caminho,
Que ontem
Te mostrei
Siga ele amanhã
Que hoje
Eu te protegerei...
Atrás
De cada nuvem (escura)
Estará
Uma boa notícia de um céu azul
Talvez
Você não lembre mais de mim
Mas
Estarei lá por você
Pra sempre...
Vai se arrepender
Talvez seja demais
Pra você compreender
Não sinta (tanto) medo
de coisas bobas
Não faça alguém (que ama)
Chorar à toa
E esse caminho,
Que ontem
Te mostrei
Siga ele amanhã
Que hoje
Eu te protegerei...
Atrás
De cada nuvem (escura)
Estará
Uma boa notícia de um céu azul
Talvez
Você não lembre mais de mim
Mas
Estarei lá por você
Pra sempre...
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Súbito
O que me tiras?
O que me tomas?
E este beijo que não me trás?
Deste sonho resoluto
Realidade não se faz
Não vejo graça
Nessa distância
Quero ter,
O teu olhar
E te desenho
em tais palavras
Pro meu Sonho
poder guardar
O que me faz já tão feliz
É maldição de seu sorriso
e se num súbito eu te quis
Eternamente assim eu sigo
O que me tiras?
O que me tomas?
O que me tomas?
E este beijo que não me trás?
Deste sonho resoluto
Realidade não se faz
Não vejo graça
Nessa distância
Quero ter,
O teu olhar
E te desenho
em tais palavras
Pro meu Sonho
poder guardar
O que me faz já tão feliz
É maldição de seu sorriso
e se num súbito eu te quis
Eternamente assim eu sigo
O que me tiras?
O que me tomas?
Demente Carência
Sinto no âmago da demência
Uma mente submetida a carência,
Um singelo e descontrolado
Humilde impulso de ser abraçado
Não me critique por tal atitude
Sou apenas um louco que ainda se ilude
Carência Materna
Eterna Demência
Impulso, Fraqueza
Fraterna, Clemência
Uma mente submetida a carência,
Um singelo e descontrolado
Humilde impulso de ser abraçado
Não me critique por tal atitude
Sou apenas um louco que ainda se ilude
Carência Materna
Eterna Demência
Impulso, Fraqueza
Fraterna, Clemência
Brasileiro Cubo
Penso cubos:
Ideias quadráticas
dias confusos
Manhãs apáticas
traços geométricos
Prazos definidos
Corpos diabéticos,
Dialéticos, Distintos
Faça o que fizer
De nada valerá
Venderá tua mulher
por um pouco de fubá
Irrelevante posição
Ignorável cidadão
brasileiro cubo
Número, Fração
Coronel corrupto
Dono da nação
Ideias quadráticas
dias confusos
Manhãs apáticas
traços geométricos
Prazos definidos
Corpos diabéticos,
Dialéticos, Distintos
Faça o que fizer
De nada valerá
Venderá tua mulher
por um pouco de fubá
Irrelevante posição
Ignorável cidadão
brasileiro cubo
Número, Fração
Coronel corrupto
Dono da nação
Inversão I (Voltar atrás)
Te amo
Não te vejo
Mas te sinto
Neste beijo
Só... não minto
E te imploro
Piedade
Já neguei
O seu perdão
Na cadência
Inverdade
Inversão
Inverdade
Na cadência
O seu perdão
Já neguei
Piedade
E te imploro
Só... não minto
Neste beijo
Mas te sinto
Não te vejo
Te amo
4 Tempos
O tempo que passa
O tempo que perco
O tempo que gasto
O tempo que penso
Numa hora que sinto
e já não sinto mais
Esse tempo que passou
E fica para trás
Num momento de amargura
Em que fico preocupado
Não encontro nenhuma cura
Pra este relógio adiantado
Nesses versos em que troco
Tinta e papel de um bloco
Por uma idéia, por um pensamento
Nestes casos, barganhei meu tempo
Esas horas congeladas
De neurônios fritados
Excelência modelada
Interada no meu tempo
Não perca, Nem deixe passar
Não se contenha em realizar
Não idealize sem fazer
Não faça sem idealizar
O tempo e tão caro
a de se valorizar
sábado, 23 de outubro de 2010
Canto Solitário I (Mal estar)
(Sinto essas lágrimas
Tão salgadas,
Tão impuras,
São tão cálidas...)
(Sinto essa angústia,
É fria
É fraca
Ela é apática)
Se lisonjeira essa fragilidade
e franca e pura tua fraqueza
A bela cura da humanidade
O quebradiço de sua beleza
Gosto do sabor deste sangue
e de toda imensidão da sua alma
deixe que minha força te inflame
deixe minha fúria abalar sua calma
Que se propague essa chama,
nos longínquos do universo
Que se explodam as palavras
no amargo destes versos
(Não sei se tristeza
Não sei se é fúria
um complexo e patético
um tolo... um cético)
Tão salgadas,
Tão impuras,
São tão cálidas...)
(Sinto essa angústia,
É fria
É fraca
Ela é apática)
Se lisonjeira essa fragilidade
e franca e pura tua fraqueza
A bela cura da humanidade
O quebradiço de sua beleza
Gosto do sabor deste sangue
e de toda imensidão da sua alma
deixe que minha força te inflame
deixe minha fúria abalar sua calma
Que se propague essa chama,
nos longínquos do universo
Que se explodam as palavras
no amargo destes versos
(Não sei se tristeza
Não sei se é fúria
um complexo e patético
um tolo... um cético)
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