Dos Gritos
Berros de Agonia
Oh! Doce Sinfonia
Doce som infame
Do quebrar de meus ossos
Algemas da minha vida
Quão realizado sou
Quanto tempo esperei
desde o meu nascer
planejava o meu morrer
Agora me livro
Desta Vil Carne que se apodera
Da minha alma
e em recíproco
É minha alma que livra ela
(continua... lol)
Um acervo de poesias, poemas, músicas, sonetos... meus e de outras pessoas... Pelo simples prazer de propagar a beleza da poesia e da arte.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Medo
Dos delírios e drogas
dos declínios as provas
absorvo nos lábios
os casos dos falhos
evidencias humanas
falhas profanas
de seu sangue...
sangue sujo de pecado,
Pecado nojento inescrupuloso
Pecado de sangue,
de sangue, sujo está o seu rosto
pureza, só encontro
nos altos dos sonhos
onde não somos monstros
Dia, noite e madrugada somos!
somos piores que as ingratas fábulas
Tão espontâneos quanto as próprias falas
tão sinceros quanto nossos devaneios hostis
Que não me queimem
que não me ajuntem às cinzas dos pederastas
que não se cale minha lingua
como as línguas de falácias
Que minha honra não seja manchada
Pelas mãos dos traidores
Que minha fé não seja cantada,
Pelo coro destes pecadores
Morram falsos santos!
...em batalhas os covardes
queimados os temerosos
pois em tempo de defender suas famílias
São ingratos os leprosos
Que não defendem suas filhas
os profanos são os que se escondem
que não entorpecem com pericia
o fio de suas espadas com sangue
esta sim é a malicia
Que não sonhem com paraísos
para invalidos ou feridos
aos singelos sem coragem
que não tratem suas faces
como objeto de cultivo
Pois seus crânios, são escudo e abrigo
pra maior de suas armas
e maiores os problemas
do que quando enferrujadas
suas lanças e espadas
Encontram se intocadas,
Inertes ou inerentes
as forças e suas mentes.
dos declínios as provas
absorvo nos lábios
os casos dos falhos
evidencias humanas
falhas profanas
de seu sangue...
sangue sujo de pecado,
Pecado nojento inescrupuloso
Pecado de sangue,
de sangue, sujo está o seu rosto
pureza, só encontro
nos altos dos sonhos
onde não somos monstros
Dia, noite e madrugada somos!
somos piores que as ingratas fábulas
Tão espontâneos quanto as próprias falas
tão sinceros quanto nossos devaneios hostis
Que não me queimem
que não me ajuntem às cinzas dos pederastas
que não se cale minha lingua
como as línguas de falácias
Que minha honra não seja manchada
Pelas mãos dos traidores
Que minha fé não seja cantada,
Pelo coro destes pecadores
Morram falsos santos!
...em batalhas os covardes
queimados os temerosos
pois em tempo de defender suas famílias
São ingratos os leprosos
Que não defendem suas filhas
os profanos são os que se escondem
que não entorpecem com pericia
o fio de suas espadas com sangue
esta sim é a malicia
Que não sonhem com paraísos
para invalidos ou feridos
aos singelos sem coragem
que não tratem suas faces
como objeto de cultivo
Pois seus crânios, são escudo e abrigo
pra maior de suas armas
e maiores os problemas
do que quando enferrujadas
suas lanças e espadas
Encontram se intocadas,
Inertes ou inerentes
as forças e suas mentes.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
The Handler I
I feel your fearCan I see your scarsWe forgot our desiresIn our hunt for the sky
The tomorrow is coming
The tomorrow begins now
If blood is raining
Is it so good for all?
How you can fly like eagle?
Can we play with dream of people?
I forgot the words
Who I already spell
I recognize warlords
By your blood smell
The tomorrow is coming
The tomorrow begins now
If blood is raining
Is it so good for all?
How you can fly like eagle?
Can we play with dream of people?
I forgot the words
Who I already spell
I recognize warlords
By your blood smell
Espelhos
Neste devaneio
Me encontro entre espelhos
Vejo muitos reflexos
Mas ainda não te vejo
Não te sinto mais perto
Esta distante do teu beijo
Sou um mero objeto
E e se fujo,
estou certo
Não virá atrás de mim
E continuo adiando
Mas cada dia mais perto
Eu sinto nosso fim
Então por que insisto?
Neste misto
De querer e te amar
E de sentir te desejar?
Eu replico, "Não me esqueça!"
Onde estava com a cabeça
quando eu fiz esse vulgar,
movimento...
Me arrependo
de um dia te beijar
Fui denúncia
Foi abuso
de poder
Me controlar
com seu afago
Nesse abrigo,
Entre seus braços.
Onde o perigo
é te amar...
Me encontro entre espelhos
Vejo muitos reflexos
Mas ainda não te vejo
Não te sinto mais perto
Esta distante do teu beijo
Sou um mero objeto
E e se fujo,
estou certo
Não virá atrás de mim
E continuo adiando
Mas cada dia mais perto
Eu sinto nosso fim
Então por que insisto?
Neste misto
De querer e te amar
E de sentir te desejar?
Eu replico, "Não me esqueça!"
Onde estava com a cabeça
quando eu fiz esse vulgar,
movimento...
Me arrependo
de um dia te beijar
Fui denúncia
Foi abuso
de poder
Me controlar
com seu afago
Nesse abrigo,
Entre seus braços.
Onde o perigo
é te amar...
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Dos Verbos
Sinto,
e como sinto,
se não te sinto
comigo aqui.
Sonho,
contigo sonho,
partífice errôneo,
ou não.
Penso
em ti penso,
por ti penso,
penso que existo.
Lembro,
de ti me lembro,
em ti me lembro,
lembro-me de mim.
Gosto,
de ti gosto,
sem não gosto,
de nada de mim.
Seja,
assim seja,
que o fim seja,
seja assim.
Persigo,
a ti eu sigo,
mas não te alcanço,
eterno pranto.
Canso,
de me curar,
dessas surras,
dadas pelo mundo.
Mudo,
só penso,
Se penso em mudar,
esse absurdo.
Canto,
se meu coração não conter,
minha voz vai cantar,
o quanto meu coração chorar.
Crio,
se cheiro o perfume,
se o peito reúne,
forças pra falar.
Creio,
No que olhar,
no que enganar,
o que há para enganar?
e como sinto,
se não te sinto
comigo aqui.
Sonho,
contigo sonho,
partífice errôneo,
ou não.
Penso
em ti penso,
por ti penso,
penso que existo.
Lembro,
de ti me lembro,
em ti me lembro,
lembro-me de mim.
Gosto,
de ti gosto,
sem não gosto,
de nada de mim.
Seja,
assim seja,
que o fim seja,
seja assim.
Persigo,
a ti eu sigo,
mas não te alcanço,
eterno pranto.
Canso,
de me curar,
dessas surras,
dadas pelo mundo.
Mudo,
só penso,
Se penso em mudar,
esse absurdo.
Canto,
se meu coração não conter,
minha voz vai cantar,
o quanto meu coração chorar.
Crio,
se cheiro o perfume,
se o peito reúne,
forças pra falar.
Creio,
No que olhar,
no que enganar,
o que há para enganar?
Inversão II (Sobrevida)
Sobretudo
Sobre-essência
Surdo-mudo
Sem Carência
Desse mundo
Sobre-humano
Desumano
Inumano com certeza
Sem beleza
Aparente
Dependente
Decadente
Inebriante condizente
‘Abeleza’
A beleza inexiste
Tangida
Tingida
Atingida
Intolerada
Sobrepujada
Intolerada
Atingida
Tingida
Tangida
A beleza inexiste
‘Abeleza’
Inebriante condizente
Decadente
Dependente
Aparente
Sem beleza
Inumano com certeza
Desumano
Sobre-humano
Desse mundo
Sem Carência
Surdo-mudo
Sobre-essência
Sobretudo:
Sobrevida
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Nuvem Escura ♪
Não olhe pra trás
Vai se arrepender
Talvez seja demais
Pra você compreender
Não sinta (tanto) medo
de coisas bobas
Não faça alguém (que ama)
Chorar à toa
E esse caminho,
Que ontem
Te mostrei
Siga ele amanhã
Que hoje
Eu te protegerei...
Atrás
De cada nuvem (escura)
Estará
Uma boa notícia de um céu azul
Talvez
Você não lembre mais de mim
Mas
Estarei lá por você
Pra sempre...
Vai se arrepender
Talvez seja demais
Pra você compreender
Não sinta (tanto) medo
de coisas bobas
Não faça alguém (que ama)
Chorar à toa
E esse caminho,
Que ontem
Te mostrei
Siga ele amanhã
Que hoje
Eu te protegerei...
Atrás
De cada nuvem (escura)
Estará
Uma boa notícia de um céu azul
Talvez
Você não lembre mais de mim
Mas
Estarei lá por você
Pra sempre...
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Súbito
O que me tiras?
O que me tomas?
E este beijo que não me trás?
Deste sonho resoluto
Realidade não se faz
Não vejo graça
Nessa distância
Quero ter,
O teu olhar
E te desenho
em tais palavras
Pro meu Sonho
poder guardar
O que me faz já tão feliz
É maldição de seu sorriso
e se num súbito eu te quis
Eternamente assim eu sigo
O que me tiras?
O que me tomas?
O que me tomas?
E este beijo que não me trás?
Deste sonho resoluto
Realidade não se faz
Não vejo graça
Nessa distância
Quero ter,
O teu olhar
E te desenho
em tais palavras
Pro meu Sonho
poder guardar
O que me faz já tão feliz
É maldição de seu sorriso
e se num súbito eu te quis
Eternamente assim eu sigo
O que me tiras?
O que me tomas?
Demente Carência
Sinto no âmago da demência
Uma mente submetida a carência,
Um singelo e descontrolado
Humilde impulso de ser abraçado
Não me critique por tal atitude
Sou apenas um louco que ainda se ilude
Carência Materna
Eterna Demência
Impulso, Fraqueza
Fraterna, Clemência
Uma mente submetida a carência,
Um singelo e descontrolado
Humilde impulso de ser abraçado
Não me critique por tal atitude
Sou apenas um louco que ainda se ilude
Carência Materna
Eterna Demência
Impulso, Fraqueza
Fraterna, Clemência
Brasileiro Cubo
Penso cubos:
Ideias quadráticas
dias confusos
Manhãs apáticas
traços geométricos
Prazos definidos
Corpos diabéticos,
Dialéticos, Distintos
Faça o que fizer
De nada valerá
Venderá tua mulher
por um pouco de fubá
Irrelevante posição
Ignorável cidadão
brasileiro cubo
Número, Fração
Coronel corrupto
Dono da nação
Ideias quadráticas
dias confusos
Manhãs apáticas
traços geométricos
Prazos definidos
Corpos diabéticos,
Dialéticos, Distintos
Faça o que fizer
De nada valerá
Venderá tua mulher
por um pouco de fubá
Irrelevante posição
Ignorável cidadão
brasileiro cubo
Número, Fração
Coronel corrupto
Dono da nação
Inversão I (Voltar atrás)
Te amo
Não te vejo
Mas te sinto
Neste beijo
Só... não minto
E te imploro
Piedade
Já neguei
O seu perdão
Na cadência
Inverdade
Inversão
Inverdade
Na cadência
O seu perdão
Já neguei
Piedade
E te imploro
Só... não minto
Neste beijo
Mas te sinto
Não te vejo
Te amo
4 Tempos
O tempo que passa
O tempo que perco
O tempo que gasto
O tempo que penso
Numa hora que sinto
e já não sinto mais
Esse tempo que passou
E fica para trás
Num momento de amargura
Em que fico preocupado
Não encontro nenhuma cura
Pra este relógio adiantado
Nesses versos em que troco
Tinta e papel de um bloco
Por uma idéia, por um pensamento
Nestes casos, barganhei meu tempo
Esas horas congeladas
De neurônios fritados
Excelência modelada
Interada no meu tempo
Não perca, Nem deixe passar
Não se contenha em realizar
Não idealize sem fazer
Não faça sem idealizar
O tempo e tão caro
a de se valorizar
sábado, 23 de outubro de 2010
Canto Solitário I (Mal estar)
(Sinto essas lágrimas
Tão salgadas,
Tão impuras,
São tão cálidas...)
(Sinto essa angústia,
É fria
É fraca
Ela é apática)
Se lisonjeira essa fragilidade
e franca e pura tua fraqueza
A bela cura da humanidade
O quebradiço de sua beleza
Gosto do sabor deste sangue
e de toda imensidão da sua alma
deixe que minha força te inflame
deixe minha fúria abalar sua calma
Que se propague essa chama,
nos longínquos do universo
Que se explodam as palavras
no amargo destes versos
(Não sei se tristeza
Não sei se é fúria
um complexo e patético
um tolo... um cético)
Tão salgadas,
Tão impuras,
São tão cálidas...)
(Sinto essa angústia,
É fria
É fraca
Ela é apática)
Se lisonjeira essa fragilidade
e franca e pura tua fraqueza
A bela cura da humanidade
O quebradiço de sua beleza
Gosto do sabor deste sangue
e de toda imensidão da sua alma
deixe que minha força te inflame
deixe minha fúria abalar sua calma
Que se propague essa chama,
nos longínquos do universo
Que se explodam as palavras
no amargo destes versos
(Não sei se tristeza
Não sei se é fúria
um complexo e patético
um tolo... um cético)
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